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1.
CLASSIFICADOR: Consiste em selecionar as castanhas “in
natura” por tamanhos, através de uma peneira rotativa confeccionada
em chapas furadas cujos furos obedecem ao tamanho padrão da castanha
a ser selecionada. |
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2. CALDEIRA: Tem por finalidade
gerar e distribuir vapor direto com o objetivo de:
Cozinhamento
das castanhas no AUTOCLAVE;
Estufagem
das amêndoas através de serpentinas na ESTUFA;
Umidificação
das amêndoas ou choque térmico na CÂMARA DE UMIDIFICAÇÃO.
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3. AUTOCLAVE / COZlNHAMENTO: Tem por Função cozinhar a
castanha “in natura”, visando
o seu crescimento em relação à amêndoa, o que permite uma decorticação
eficiente, além das
seguintes vantagens:
A
casca da castanha fica mais dura, permitindo seu corte sem o comprometimento
da amêndoa;
O
derrame do LCC é mínimo possível;
As
amêndoas ficam com a película completamente colada o que a protege
de qualquer contaminação com o liquido da casca e as bandas ficam
coladas entre si, assegurando a obtenção um elevado percentual de
amêndoas inteiras.
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4.
MÁQUINA MANUAL/BANCADA: Tem a finalidade de decorticar (abrir)
a castanha. A mesma é acoplada em bancada metálica apropriada, onde
se realiza a operação através de 2 (duas) operárias, sendo, uma para
decorticar a castanha e a outra, através de estilete separa a amêndoa
da casca. |
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5.
ESTUFA: Visa reduzir a umidade das amêndoas, para que a película,
ainda aderida à mesma, se torne quebradiça.
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6.
CÂMARA DE UMIDIFICAÇÃO: Após o processo de estufagem, as
amêndoas são umidificadas com o objetivo de facilitar o desprendimento
da película ainda colada à amêndoa. |
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7.
DESPELICULADOR: Tem a finalidade de despelicular à amêndoa,
através de seu rolo rotativo onde, à medida que o rolo vai girando,
as amêndoas vão se friccionando umas às outras moderadamente, provocando
o desprendimento da película. |
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8.
Seleção e Classificação
As
amêndoas são levadas a uma mesa para serem classificadas manualmente
quanto à sua dureza. As consideradas
duras, por permanecerem com parte da película, serão raspadas manualmente.
Também, é levado em conta o tamanha, a cor e a integridade
das amêndoas. |
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9.
FRITADOR: Aquecido a GLP, tem a finalidade de fritar as
amêndoas, através de óleo vegetal ou gordura vegetal hidrogenada. |
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10.
CENTRÍFUGA: Sistema motorizado, com cesto rotativo em seu
interior, cuja função é retirar o excesso de óleo existente na amêndoa,
por ocasião da fritura.
FLUXOGRAMA
DE FRITURA DA AMÊNDOA DO CAJU

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11.
EMBALAGEM:
EMBALAGEM
- As amêndoas deverão ser acondicionadas em sacos aluminizados,
com capacidade de 22,68 kg , em peso líquido do produto,
equivalente a 50 libras peso. Recomenda-se também o uso de
latas de flandes com capacidade para 11,43 kg em peso líquido
ou 25 libras peso. Em ambos os casos o produto deve ser colocado
em caixas de papelão nova e devidamente fechada. |
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PRODUTO
PROCESSADO - O
produto frito e salgado pode receber embalagens em pote com lacre
em alumínio, para pesos líquidos entre 100 e 400 gramas. Outras
alternativas são os sacos de propileno de baixa densidade ou metalizados.
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12.
PAINEL PARA AUTOMOÇÃO DO PROCESSO DIGITALIZADO:
Esse
sistema de automoção tem por finalidade aumentar
a eficiência do beneficiamento da castanha do caju, nas
diferentes fases do processo além de, principalmente, dar
segurança para os operários e evitar condições
de insalubridade. Pode ainda atender tanto à pequena unidade
fabril ou de grande porte, podendo ser acoplado para monitoramento
via computador.
Esse
sistema, aplica-se ao controle e monitoramento de tempo e temperatura
dos seguintes equipamentos:
-
Caldeira (Controle de nível d'água,
com alarme sonoro e visual)
-
Estufa (Controle de temperatura, tempo de início
e fim de ciclo)
-
Autoclave (Controle de temperatura, tempo de
início e fim de cilco)
-
Câmara de umidificação (Controle
de tempo)
Observação:
Todo esse processo é programado antecipadamente para uma
melhor eficiência no processo produtivo.
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