1.
Secagem
Para
que não haja a deterioração do estoque as castanhas devem secar
até atingirem entre 7% e 9% de umidade. O processo é feito em quadras
de cimento ou terreiros por 72 horas, onde as castanhas devem ser
dispostas no solo, em uma camada não superior a 30 cm de espessura.
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2.
Limpeza
No
momento da armazenagem as castanhas devem estar isentas de impurezas,
a fim de evitar contaminação
e deterioração.
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3.
Classificação
Através
de peneira selecionadora rotativa as castanhas são
separadas por tamanho (cajuis, pequenas, médias e grandes), em chapas
perfuradas de acordo com os tamanhos especificados.
A
classificação é responsável pelo sucesso das seguintes operações:
Penetração
uniforme do calor na autoclavagem.
Corte
nas máquinas manuais.
Fritura
das amêndoas.
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4.
Autoclavagem
O
gerador de vapor/cozinhador proporciona o crescimento
da castanha em relação à amêndoa e o endurecimento da sua casca,
facilitando que o corte ocorra sem a quebra da amêndoa. Apresenta,
também, a seguinte vantagem: possibilita
o mínimo derramamento de LCC e todas as amêndoas ficam com a película
envoltória completamente colada, protegendo-as de contaminação com
referido líquido. |
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5.
Resfriamento e secagem
Após
a autoclavagem as castanhas devem permanecer em repouso, em local
adequado,
para o seu resfriamento e total secagem, visando um corte satisfatório
nas máquinas manuais.
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6.
Corte manual
As
máquinas de corte manual são ajustadas aos tipos de
castanha classificados anteriormente e fixadas em bancadas
metálicas. Duas pessoas executam a operação: uma corta a castanha
e outra retira, com estilete, a amêndoa que fica pregada na casca.
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7.
Estufagem
A
estufa a GLP visa reduzir a umidade das amêndoas,
facilitando o desprendimento da película. O ar quente (70º C)
circula pelas bandejas removíveis da
estufa por um período de 5 a 7 horas.
Poderá
ter seu controle operacional digitalizado, com programação
de início e término de ciclo.
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8.
Resfriamento
Para
um melhor resfriamento até a temperatura ambiente, as amêndoas devem
repousar espalhadas sobre mesas ou nas próprias
bandejas,
transferidas para o suporte.
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9.
Umidificação
No
gerador de vapor/câmara de umidificação, ainda com
o objetivo de facilitar o desprendimento da película das amêndoas,
elas são submetidas a um processo de umidificação por vapor saturado,
que deve durar de 4 a 7 minutos.
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10.
Reestufagem
Neste
ponto a película fica descolada da amêndoa, porém úmida, devendo
retornar
à estufa por um período de 30 minutos para a sua secagem.
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11.
Despeliculagem
Para
a eliminação quase completa das películas, as amêndoas serão conduzidas
ao despeliculador. À medida que
o
rolo gira, elas friccionam-se moderadamente umas nas outras.
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12.
Seleção e classificação
As
amêndoas são levadas a uma mesa para serem classificadas manualmente
quanto à sua dureza. As consideradas
duras, por permanecerem com parte da película, serão raspadas manualmente.
Também, é levado em conta o tamanho, a cor e a integridade
das amêndoas.
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13.
Fritura
É
de fundamental importância que seja processada com
amêndoas classificadas, o que permitirá uma fritura uniforme. No
fritador/centrífuga utiliza-se óleo de excelente qualidade,
preferencialmente de milho ou soja. O conjunto é composto de um
fritador a GLP e uma centrífuga, para a secagem.
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A
salga realiza-se com as amêndoas ainda quentes, utilizando-se
sal refinado de boa qualidade, seco e sem
impurezas, na quantidade
de 1%-2% em relação ao peso da amêndoa.

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14.
Embalagem
O
produto frito e salgado pode receber embalagens em pote com lacre
em alumínio, para pesos líquidos entre 100 e 400 gramas.
Outras alternativas são os sacos de propileno de baixa densidade
ou metalizados.
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